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  • Foto do escritorSérgio Fadul / Franciscanos

Santa Flávia Domitila

Atualizado: 8 de mai. de 2023


Flávia era sobrinha de Flávio Clemente, que era então um dos cônsules de Roma. Nesta época, os cristão que não adoravam os deuses romanos eram considerados ateus. O imperador Domiciano emplacou umas séria perseguição aos cristãos. Flávia Domitila teria sido convertida ao cristianismo por dois eunucos. Enquanto ela se preparava para o casamento com o filho de um cônsul, Nereu e Aquiles lhe falaram sobre Cristo e a beleza da virgindade. Ela teria abandonado o casamento e se convertido imediatamente. Juntamente com numerosas pessoas, Flávia foi deportada para a ilha de Ponza, por ter confessado a Cristo. No atas do martírio da nobre dama romana, vemos a força penetrante do Evangelho na sociedade romana, conquistando adeptos até mesmo entre a família imperial. Sua morte aconteceu de forma lenta, cruel e dolorosa, numa ilha abandonada, sem as menores condições de sobrevivência, conforme escreveu sobre ela São Jerônimo.

Santa Flávia Domitila, rogai por nós!

MARTIROLÓGIO ROMANO

07/05


1. Em Roma, a comemoração de Santa Domitila, mártir, que era sobrinha do cônsul Flávio Clemente e, na perseguição do imperador Domiciano, acusada de ter renegado os deuses pagãos, pelo seu testemunho de fé em Cristo foi deportada com outros fiéis para a ilha de Ponza, onde sofreu um longo martírio.

(† s.I/II)


2. Em Nicomédia, na Bitínia, hoje Izmit, na Turquia, os santos Flávio e quatro companheiros, mártires.

(† s. III/IV)


3*. Em Le Mans, na Gália, hoje na França, São Cenerico, diácono e monge, que, depois de visitar os sepulcros dos santos Martinho de Tours e Julião de Le Mans, passou a vida em solidão e austeridade.

(† s. VII)


4. Em Beverley, na Nortúmbria, na actual Inglaterra, o passamento de São João, bispo de Hexham e depois bispo de York, que associou excelentemente o ministério pastoral com a oração solitária e, renunciando à função episcopal, passou o resto da sua vida no mosteiro que fundara neste lugar.

(† 721)


5*. No mosteiro de Niedenburg, na Baviera, região da Alemanha, a Beata Gisela, que, casada com Santo Estêvão, rei da Hungria, ajudou o esposo na obra da propagação da fé e, depois da morte do rei, privada de todos os seus bens e exilada da corte real, se recolheu neste mosteiro, do qual foi depois abadessa.

(† 1060)


6*. Em Kiev, na Ucrânia, Santo António, eremita, que seguiu no mosteiro das Grutas a vida monástica que aprendera no Monte Athos.

(† 1073)


7*. Em Cremona, na Lombardia, região da Itália, o Beato Alberto de Bérgamo, agricultor, que suportou pacientemente as repreensões da esposa por causa da sua grande liberalidade para com os pobres e, obrigado a deixar as terras, viveu na pobreza como irmão da Penitência de São Domingos.

(† 1279)


8*. Em Roma, Santa Rosa Veneríni, virgem de Viterbo, que, juntamente com as Piedosas Mestras, abriu as primeiras escolas na Itália para a instrução da juventude feminina.

(† 1728)


9. Em Génova, na Itália, Santo Agostinho Roscélli, presbítero, que, para a formação das jovens, fundou a Congregação das Irmãs da Imaculada Conceição da Bem-aventurada Virgem Maria.

(† 1902)


10♦. Em Turim, ciade da Itália, o Beato Francisco Paleári, presbítero do Instituto Cottolengo, que se dedicou aos pobres e aos enfermos na Pequena casa Divina e ao ensino, distinguindo-se pela sua afabilidade e paciência.

(† 1939)

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