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Ajudar... Será que ajudamos?


Muitos de nós, por termos nascido em um lar de pessoas que tem um pouco mais de dinheiro, deixamos de enxergar a necessidade do outro.

Mas é compreensível, pois é difícil entender aquilo que não se vive, Mas alguns, passam a não querer compreender e enxergam aquilo que simboliza a diferença, o que eles não querem, como uma ameaça a ser acabada a qualquer custo, desprezando outras vidas, pessoas que não tem oportunidade, pessoas que vivem uma contínua dor sem saber viver o sofrimento, muito menos encontrar uma cura,

Mas, se você é uma pessoa que se importa, que quer viver uma vida saudável em sociedade, que vê o próximo como uma pessoa importante, temos que dar início ao processo de ajuda.

É interessante alguns contos que revelam que São Francisco virou pedinte, mendigando pão e comida que não era para ele, mas para os excluídos, os pobres que viviam na periferia de Assis, além de alguns que ninguém queria nem ver ou passar perto, que eram os leprosos. Mas, em determinado momento da vida dele, ele entende que o ato de estender as mãos para pedir, não era só um ato de ajuda aos que precisavam, mas também um ato de ajuda àqueles que não sabiam ajudar.

Quando vemos uma pessoa que se machucou, não podemos nos aproximar por curiosidade, mas para poder ajudar verdadeiramente. Mas quantos só se aproximam para ter o que falar com outras pessoas? Pior... para filmar, fotografar ou fazer selfies junto aos acidentados? É o cúmulo...

Estendamos nossas mãos... tiremos elas do bolso!

Existe algo extraordinário quando nos propomos a ajudar... Descubra você também!

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