• Adriano - RS

E você, já fez a sua parte?

Atualizado: 16 de Dez de 2020


Uma certa vez, em uma aldeia, havia um rio que ninguém ousava tomar banho nele, pois era muito fundo e a correnteza era forte. Um certo dia um garoto aproximou-se do rio e resolveu entrar. Em poucos instantes o garoto estava gritando por socorro, pois começou a afogar-se. Toda a aldeia veio para ver o que estava acontecendo, mas ninguém ousou entrar. De repente veio uma mulher gritando e chorando pois era o seu filho que estava na água... Um homem vendo o desespero daquela mãe, resolveu entrar para resgatar o garoto, mas impôs uma condição, ele amarraria uma corda em sua cintura e as pessoas que estavam às margens teriam que segurar a outra ponta e puxarem-na assim que ele alcançasse o garoto. E, eles aceitaram a proposta.

Chegando no meio do rio o homem conseguiu agarrar o garoto e gritou para que as pessoas os resgatassem puxando a corda, mas a multidão que estava à margem discutia de quem era a obrigação de segurar a corda. Outros discutiam sobre quem pagaria a corda caso ela fosse arrastada junto com aquele homem. Com isso esqueceram-se de segurar a corda, e os dois foram vencidos pela correnteza... e afogaram-se. Quando deram fé, era tarde demais.

Este rio representa o mundo, o garoto, as pessoas perdidas sem Jesus, o homem que foi resgatar representa o missionário, e as pessoas que estavam à margem do rio a igreja.

Caro leitor, eu não sei onde você se encaixa nesta história, mas sinceramente gostaria que você parasse, pensasse e respondesse:

O que você tem feito por missões?


Ora, talvez você não seja aquele que entrou nas águas caudalosas do rio, muito menos aquele que foi socorrer o rapaz que devido a correnteza estava se afogando. Na verdade, é bem possível que você seja aquele que recebeu a incumbência de puxar a corda socorrendo aqueles que devido a força da correnteza perecem no meio do rio.


Pois é, como alguém bem disse “Missões se fazem com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem e não com a filosofia dos que discutem."

Pense nisso!



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